Monja Coen no Palácio do Planalto, após palestra sobre Liderança para gestores da Presidência da República, dia 9 de abril de 2013.
Fotos tiradas pelo fotógrafo da Presidência.
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domingo, 28 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
08 DE ABRIL - NASCIMENTO DE SIDARTA GAUTAMA - O BUDA.
Os budistas celebram em 8 de abril o nascimento de Gautama Buda, o fundador do budismo, que se imagina ter vivido na Índia de 563 a 483 a.C. Ele nasceu como príncipe Sidartha, filho do rei do povo Sakya, reino localizado, naquela época, na região onde hoje é a fronteira entre o Nepal e a Índia. A família de Sidartha era do clã Gautama. Sua mãe, rainha Mahamaya, deu à luz a ele no parque de Lumbini, sul do Nepal. Uma coluna ali erguida por um imperador indiano no século III a.C. em comemoração àquele evento, futuramente considerado sagrado.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
AGRADECIMENTOS
O Jantar realizado no sábado, dia 23 de março foi um sucesso!
Para que isto fosse possível, causas e condições operaram. Em primeiro lugar houve uma grande mobilização da parte da sanga, tanto de POA quanto de São Leopoldo, movido principalmente pela causa - angariar fundos para dar prosseguimento às obras do Templo na Vila Zen, em Viamão.
Sendo assim, estamos todos de parabéns!
Mesmo assim, quero parabenizar publicamente algumas pessoas que tiveram uma participação importante nesse processo:
César Daidô, um dos mentores e o Tenzo(cozinheiro)
Patrícia Shoken Carazzai , a proprietária do restaurante, que cedeu toda a estrutura, decorada com muito bom gosto, como sempre.
Paulo Henckel, auxiliar de tenzo, incansável na cozinha e em toda a retaguarda, sempre em prontidão.
Jaqui, proprietária do restaurante Natur Haus, que cooperou dando dicas preciosas de cozinha e nos cedendo mesas e cadeiras.
Agradecimentos a todos os presentes, amigos, simpatizantes e praticantes do caminho de Buda.
Gasshô!
Monja Kokai
Para que isto fosse possível, causas e condições operaram. Em primeiro lugar houve uma grande mobilização da parte da sanga, tanto de POA quanto de São Leopoldo, movido principalmente pela causa - angariar fundos para dar prosseguimento às obras do Templo na Vila Zen, em Viamão.
Sendo assim, estamos todos de parabéns!
Mesmo assim, quero parabenizar publicamente algumas pessoas que tiveram uma participação importante nesse processo:
César Daidô, um dos mentores e o Tenzo(cozinheiro)
Patrícia Shoken Carazzai , a proprietária do restaurante, que cedeu toda a estrutura, decorada com muito bom gosto, como sempre.
Paulo Henckel, auxiliar de tenzo, incansável na cozinha e em toda a retaguarda, sempre em prontidão.
Jaqui, proprietária do restaurante Natur Haus, que cooperou dando dicas preciosas de cozinha e nos cedendo mesas e cadeiras.
Agradecimentos a todos os presentes, amigos, simpatizantes e praticantes do caminho de Buda.
Gasshô!
Monja Kokai
quinta-feira, 28 de março de 2013
COMUNICADO
DEVIDO AO FERIADÃO DE PÁSCOA NÃO HAVERÁ ZAZEN NA SEXTA-FEIRA, DIA 29 DE MARÇO. HAVERÁ ZAZEN E RECITAÇÃO DE SUTRA DOMINGO, DIA 31 DE MARÇO.
GASSHÔ
sexta-feira, 15 de março de 2013
BAZAR
Por eu ser uma religiosa, durante o ano de 2012 fui recebendo doação de roupas. Fui guardando sem saber muito bem o que fazer com elas. Durante o verão foi-se percebendo a necessidade de um ar condicionado para nosso espaço. Na sequência conheci uma pessoa que tinha um para vender, usado mas em bom estado, que poderia atender nossa necessidade mais urgente. Custo: R$ 250,00.
Decidi realizar um bazar com as doações. Seria em minha casa pois é perto de uma vila.
Havia um certo temor por ser uma experiência totalmente desconhecida. Mas eu já estava com o coração aberto para esta experiência. Abrir a minha casa para isto já era uma consequência disto.
Sábado pela manhã, uma vizinha veio me fazer companhia e de saída já teve que ajudar no bazar. Ela já tem experiência no ramo pois ela é responsável pelo bazar que acontece uma vez por mês na igreja do bairro. Com o dinheiro do bazar os voluntários da igreja compram cestas básicas para muitas famílias.
A maioria da clientela veio da vila, como eu já imaginava. Mulheres trabalhadoras, verdadeiras guerreiras, antigas conhecidas minhas, vizinhas de muitos anos. Conheço elas e seus filhos desde pequenos, meninos e meninas , pois a minha calçada fica na rua que liga a vila ao bairro, onde fica a escola, a parada de ônibus, a creche da prefeitura (fundamental na vida dessas crianças) pois é o que permitiu à essas mulheres poderem trabalhar e oferecer melhores condições de futuro para seus filhos.
Vieram as mulheres, seus filhos, suas filhas, muitas que já são mães, assim trazendo seus netos.
Me surpreendeu a educação de todos os que vieram. Foi uma lição de cidadania.
Ninguém pediu para entrar na minha casa nem com a desculpa de ter que ir no banheiro, nenhuma criança foi "abusada", e tive outro "tapa de luva". Num dos engradados tinha roupa para dar de graça. Ofereci uma calça de cotton para uma das mocinhas e ela me disse: "Até gostei mas como sei que não vou usar vou deixar para quem vai aproveitar mais, não vou ser olhuda."
Não precisa dizer mais nada não é? Eram os meus preconceitos recebendo um golpe atras do outro.
Uma situação me surpreendeu pois eu divulguei que havia muita roupa masculina boa , algumas calças masculinas de lã, agora para o inverno. Pensei nos velhinhos. Na vila não tem velhinhos, só velhinhas. Assim como a maioria dos que compareceram foram mulheres. Alguns filhos vieram comprar camisas masculinas para irem no culto, todos evangélicos. Mas também acho que acontece nessa vila o que acorre nas maioria das favelas desse pais. Grande contingente de jovens, que poderiam ser o nosso maior patrimônio, estão mortos ou presos. Isto é a maior chaga desse pais. Cada jovem que se perde de forma tão irresponsável, é uma perda incalculável para a nação como um todo. E a culpa não são dessas mães. Ela fazem o que podem e muito mais...
Mas o mais importante dessa experiência é que foi um ato interreligioso.
Uma monja budista e uma voluntária da igreja católica, num lindo dia de sábado, solidariamente, vendem roupas para os evangélicos.
E vejam, a feirinha rendeu exatamente os R$ 250,00 que precisávamos para pagar o ar condicionado.
Quero aproveitar para agradecer a todos os doadores, principalmente a Ana Fukui , pois suas roupas fizeram o maior sucesso.
Agradeço também a minha vizinha Vera e a todas as minhas amigas da vila.
Gasshô!
Havia um certo temor por ser uma experiência totalmente desconhecida. Mas eu já estava com o coração aberto para esta experiência. Abrir a minha casa para isto já era uma consequência disto.
Sábado pela manhã, uma vizinha veio me fazer companhia e de saída já teve que ajudar no bazar. Ela já tem experiência no ramo pois ela é responsável pelo bazar que acontece uma vez por mês na igreja do bairro. Com o dinheiro do bazar os voluntários da igreja compram cestas básicas para muitas famílias.
A maioria da clientela veio da vila, como eu já imaginava. Mulheres trabalhadoras, verdadeiras guerreiras, antigas conhecidas minhas, vizinhas de muitos anos. Conheço elas e seus filhos desde pequenos, meninos e meninas , pois a minha calçada fica na rua que liga a vila ao bairro, onde fica a escola, a parada de ônibus, a creche da prefeitura (fundamental na vida dessas crianças) pois é o que permitiu à essas mulheres poderem trabalhar e oferecer melhores condições de futuro para seus filhos.
Vieram as mulheres, seus filhos, suas filhas, muitas que já são mães, assim trazendo seus netos.
Me surpreendeu a educação de todos os que vieram. Foi uma lição de cidadania.
Ninguém pediu para entrar na minha casa nem com a desculpa de ter que ir no banheiro, nenhuma criança foi "abusada", e tive outro "tapa de luva". Num dos engradados tinha roupa para dar de graça. Ofereci uma calça de cotton para uma das mocinhas e ela me disse: "Até gostei mas como sei que não vou usar vou deixar para quem vai aproveitar mais, não vou ser olhuda."
Não precisa dizer mais nada não é? Eram os meus preconceitos recebendo um golpe atras do outro.
Uma situação me surpreendeu pois eu divulguei que havia muita roupa masculina boa , algumas calças masculinas de lã, agora para o inverno. Pensei nos velhinhos. Na vila não tem velhinhos, só velhinhas. Assim como a maioria dos que compareceram foram mulheres. Alguns filhos vieram comprar camisas masculinas para irem no culto, todos evangélicos. Mas também acho que acontece nessa vila o que acorre nas maioria das favelas desse pais. Grande contingente de jovens, que poderiam ser o nosso maior patrimônio, estão mortos ou presos. Isto é a maior chaga desse pais. Cada jovem que se perde de forma tão irresponsável, é uma perda incalculável para a nação como um todo. E a culpa não são dessas mães. Ela fazem o que podem e muito mais...
Mas o mais importante dessa experiência é que foi um ato interreligioso.
Uma monja budista e uma voluntária da igreja católica, num lindo dia de sábado, solidariamente, vendem roupas para os evangélicos.
E vejam, a feirinha rendeu exatamente os R$ 250,00 que precisávamos para pagar o ar condicionado.
Quero aproveitar para agradecer a todos os doadores, principalmente a Ana Fukui , pois suas roupas fizeram o maior sucesso.
Agradeço também a minha vizinha Vera e a todas as minhas amigas da vila.
Gasshô!
sábado, 9 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
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