domingo, 3 de setembro de 2017

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

RODA DE CONVERSA

Dia 09 de agosto, à tardinha , nos reunimos na FDL -Fundação Luterana de Diaconia para conversarmos sobre o  momento atual do Brasil. Essa conversa já vem acontecendo há alguns meses e tem atraído cada vez mais pessoas, que encontram ali um espaço para compreender melhor esse complexo momento, assim como poder  falar sobre isso. Nessa troca vamos nos fortalecendo e encontrando novos agentes de mudanças para dar conta dos enormes desafios que temos pela frente, dado que somente a consciência cidadã poderá construir um devir favorável a todos e todas. Quanto mais singular somos,  mais devemos desenvolver a capacidade de viver em pluralidade.




sábado, 5 de agosto de 2017

TREINAMENTO DE INVERNO 2017

Entre os dias 14 e 23 de julho aconteceu o treinamento de inverno junto com nossa Mestra Coen Roshi, no Templo Tenzuizenji, em São Paulo. Foram intensos dias de treinamento com aulas,  além da rotina de zazen e liturgias que acontecem durante o dia em um templo Zen Budista. Também aconteceram bençãos de aniversário, cerimônia de Obon e  duas cerimônias coletivas de Jukai-Ê.
Algumas fotos que registram estes momentos:


 Cerimônia de Obon

 Jukai-Ê Cerimônia de preceitos.









 Benção de aniversário de quatro anos.


 Dia de cuca feito por Monja Kokai.
 Sanguê - benção da sala para cerimônia de Jukai.



segunda-feira, 24 de julho de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

FILME COMPLETO - “Coen - 35 anos de vida monástica” | Monja Coen | Zen B...















Fotos de nosso mini-retiro onde pudemos aprofundar nos ensinamentos de Buda através do zazen(meditação sentada) , do kinhin(meditação caminhando), do alimento, do cerimonial e do estudo , nesse dia A Prática das Seis Peefeições - Os Seis Paramitas.

domingo, 25 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017


RELIGIOSOS E POLITICA

Penso que esse é um momento interessante para fazer algumas reflexões sobre algo que tenho observado nas redes sociais.
Algumas pessoas expressam em comentários  as suas frustrações quando uma monja de nossa ordem – Zen Budismo – posta algo que tem a ver com o momento político atual, desde textos a memes. Não sei o quanto pode haver de misoginia nesta questão.(assunto para outra reflexão)
Eu mesma já fui censurada por isto, inclusive com denúncia pois a política do face me proibiu de usar o nome religioso.
O país vive um momento político dramático. Ficamos todos muito mobilizados e sensíveis. É cada vez maior a tensão social, opiniões divididas nas redes socias, dividindo ainda mais a sociedade.
Participo de dois grupos de diálogo inter-religioso. Um deles se reúne na Fundação Luterana de Diaconia . É um grupo com lideranças religiosas das igrejas Luteranas, Anglicanas, Irmãs de diversas ordens católicas,  religiões de matriz africanas e eu, uma monja zen budista.  Elaboramos  uma carta aberta repudiando o golpe da direita e todos os retrocessos foram enumerados, denunciados. O outro grupo reúne-se numa universidade jesuíta , numa sala com o nome de Ignácio Ellacuría, um padre jesuíta que foi executado pelo exército Salvadorenho, com mais 6 padre jesuítas e duas pessoas civis, num ataque às suas posições em relação a Teologia da Libertação, vertente da Igreja Católica que tem uma posição politizada em defesa do povo, principalmente dos mais pobres e em defesa da Democracia.
Esse momento político dramático, causado por um golpe parlamentar lesa-pátria, que depôs uma presidenta legitimamente eleita com 54 milhões de votos,  mostrou-se  irresponsável, misógino e criminoso,  abriu os portais para tudo o que tem vindo nesse rabo de cometa, lançando sua hecatombe para todos os lados.
Em primeiro lugar, pessoas que criticam a politização de religiosos geralmente são pessoas desprovidas de um aporte político. Talvez não saibam nem o que significado de  direita e esquerda.
Em segundo lugar, confundem espiritualidade, religiosidade, religioso/a. A minha reflexão não tem a pretensão de aprofundar a questão, mas ser um religioso/a não garante a espiritualidade. Tem uma expressão que diz “presença de espírito”, que é uma condição humana. Pode haver religiosos sem um mínimo de presença de espírito quanto leigos e leigas, assim como o contrário também é verdadeiro.
Terceiro, pelos comentários é possível perceber a frustração que advém do materialismo espiritual, ou seja, em termos de consumo, este é o produto que o religioso tem a oferecer. Se eu quero consumir política, recorro aos políticos. Também se percebe  aversão a políticos e a política, o que não é bom pois fragiliza a noção de cidadania.
Quarto, frustra o Ideal de Virtuosidade que se espera de um religioso/a – há uma expectativa e até um certo grau de exigência que este seja sobre-humano, sendo portador de qualidades e virtudes que correspondam à este ideal – bondade incondicional, ausência de erros, que não tenha necessidades materiais, que viva em pobreza e disponível incondicionalmente às demandas dos que o buscam. As vezes o grau de exigência é tão alto que pode causar depressão nos religiosos pois ele não vai conseguir corresponder. Aí o religioso vai ter que lidar com a desilusão mística que ajudou a  promover, que pode manifestar-se como uma frustração até sentimentos de ira.
Mas amigos, a vida é uma ato político, comer é um ato político, o acesso digno à saúde, educação, à previdência social e ao emprego com garantias e uma renda digna , tudo é atravessado pela política. Não tem como ficarmos apartados. Se isso ocorre é por alienação, imaturidade, pouca disponibilidade para, pelo menos, inteirar-se minimamente com os destinos políticos de sua pátria. Não se exige engajamento e militância, mas não condenem quem adentra o viés político e que tenha a boa intenção de defender a democracia e a justiça social.  Que bom se todas as religiões e religiosos se engajassem sinceramente a defender o paraíso, a terra pura, aqui na Terra,  para o bem de TODOS os seres.

O religioso,  em seu sacro ofício, tem a capacidade de  religar corações e mentes,   contribuindo que menos corações sejam rompidos – corrompidos!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

quarta-feira, 12 de abril de 2017


Homenagem ao nascimento do Buda.

HOMENAGEM AO NASCIMENTO DO BUDA

De acordo com o calendário Budista Japonês,  Buda nasceu no dia 08 de abril do ano 2583, ha cerca de 600 a.C. , nos Jardins de Lumbini, um pequeno reino aos pés do Himalaia, atual Nepal. Nasceu príncipe, recebendo o nome de Sidarta Gautama. Quando atinge a iluminação com 29 anos, recebe o nome de Buda Xaquiamuni, o Desperto. De acordo com a tradição,  no momento de seu nascimento flores brotavam do chão e uma chuva doce também vinha dos céus – néctar celestial. A Festa das Flores , em japonês chamada de Hanamatsuri é a festa que homenageia essa data. Um dos ritos é banhar o Buda Bebê, que simbolicamente nos conecta com a mente sábia e compassiva.  Enquanto se banha o Buda por três vezes, faz-se pedidos.  Acredita-se  que banhar o Buda bebê com chá doce é um ato de paz e de purificação, quando nos purificamos e temos nossos desejos atendidos.